Viana recebeu quase R$7 milhões para combate a Covid-19 em 2020, mas prestou contas somente de 17% do valor


O Tribunal de Contas do Maranhão divulgou a relação dos 217 municípios com o valor recebido pelo Governo Federal e quanto cada município já prestou contas  a corte do que foi gasto.
O município de Viana justificou apenas 17% do total do valor recebido.

De acordo com o órgão, o diagnóstico aponta para a existência de algumas assimetrias em relação à aplicação dos recursos de combate à pandemia, o que vai demandar uma atuação da corte de contas junto aos gestores públicos visando sua imediata correção. O principal problema é relativo ao percentual de aplicação dos recursos, que se encontra longe dos índices considerados satisfatórios na maioria dos municípios maranhenses.

Em 2020, o município sob administração do prefeito Magrado Barros, chegou a receber a quantia de R$6.063.305,63, entretanto o gestor da época justificou apenas 17,67% dos gastos com Covid-19.


As informações estão disponíveis no SACOP, que é destinado ao recebimento de informações e documentos eletrônicos referentes à realização de procedimentos licitatórios e contratações públicas por órgãos e entidades públicas, estaduais ou municipais, inclusive consórcios públicos intermunicipais, ressalvadas as contratações temporárias de excepcional interesse público, dentre outros.

“O TCE está depurando as informações obtidas e solicitando dados complementares que permitam identificar as causas dos baixos percentuais de aplicação e apontar alternativas para que os recursos sejam utilizados com maior presteza e eficácia”, explica o secretário de Fiscalização do TCE, Fábio Alex Melo.

Sendo assim, Magrado terá muito que explicar ao Tribunal de Contas, e se, não conseguir justificar o que fez com R$6 milhões de reais, certamente terá suas contas reprovadas, podendo ficar inelegível. Baixe relatório completo no link abaixo:

Relatório completo TCU

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  1. […] “O TCE está depurando as informações obtidas e solicitando dados complementares que permitam identificar as causas dos baixos percentuais de aplicação e apontar alternativas para que os recursos sejam utilizados com maior presteza e eficácia”, explica o secretário de Fiscalização do TCE, Fábio Alex Melo. Via MA TV. […]

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